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LIÇÕES PARA A VIDA
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Não faça o mesmo
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
QUANDO O USO DA WEB ,SE TORNA UM VICÍO.
Excesso de tecnologia esgota o cérebro', diz especialista em viciados na web
O psiquiatra Richard Graham, 48, lidera desde março de 2010 um serviço de atendimento no
hospital Capio Nightingale, em Londres, voltado a jovens viciados em tecnologia. A instituição particular tem diferentes tipos de tratamentos para aqueles que não conseguem se desconectar – entre eles, uma internação em que o paciente passa cerca de um mês vivendo no local, sem acesso a computadores.
Graham recebeu o UOL Tecnologia no consultório de um hospital psiquiátrico público, onde também trabalha em Londres, e falou sobre esse tipo de vício que, segundo ele, pode levar até à morte (o médico cita o caso de um britânico que morreu vítima de um coágulo em sua perna depois de tanto jogar no computador). A dependência, de acordo com o psiquiatra, é agravada pelas redes sociais, onde há uma pressão do grupo para que o usuário esteja sempre online.
“O excesso de tecnologia esgota o cérebro da mesma forma como acontece com a depressão e como acontece com o uso de anfetaminas, por exemplo, que dão muita empolgação para depois deprimir”, explicou.
O preço cobrado pelo hospital de Londres varia de acordo com o tipo de tratamento. Graham não divulga valores, mas compara: pode chegar a muitos milhares de libras esterlinas por semana, um montante parecido àquele gasto na internação de dependentes químicos. Em São Paulo, o Hospital das Clínicas tem um programa gratuito para tratamento de viciados em internet baseado em acompanhamento psicológico e psiquiátrico do paciente. A alternativa, no entanto, não conta com internações.
Confira a seguir os principais trechos da entrevista com o psiquiatra britânico.
UOL Tecnologia - Como o senhor entrou em contato com o universo de pessoas viciadas em internet?
Graham – Há cerca de oito anos, no hospital [psiquiátrico Tavistock and Portman], comecei a perceber muita incidência de pacientes relatando casos de depressão, ansiedade, distúrbios alimentares, autoflagelo, suicídio, etc. Fiquei interessado principalmente nos casos de jovens com problemas que pareciam estar relacionados ao fato de eles jogarem videogame. Também havia garotas enfrentando dificuldades específicas causadas por comunicadores instantâneos e as primeiras redes sociais, como Meebo e MySpace.
Mas os gamers [jogadores] pareciam ter problemas maiores. Há cerca de sete anos, atendi um garoto que jogava Xbox com pessoas de todo o mundo e isso estava afetando seu comportamento, seu sono. Ele passou a enfrentar problemas ainda maiores quando começou a jogar “World of Warcraft”. O jogo tinha um efeito tão poderoso sobre ele que me fez pensar que o mundo estava mudando, havia algo novo acontecendo.
TESTE: VOCÊ É VICIADO EM INTERNET?
O teste com as perguntas abaixo foi desenvolvido pelo psiquiatra Richard Graham, do hospital Capio Nightingale. Ele afirma que, se responder 'sim' a mais de cinco alternativas, é possível que você tenha problemas com a tecnologia
1 - Você fica online mais tempo do que gostaria, com cada vez mais frequência?
2 – Você ignora e evita seu trabalho e outras atividades para passar mais tempo conectado?
3 – Você checa com frequência mensagens e e-mails antes de algo que precisa fazer, às vezes até se atrasando para refeições?
4 – Você se irrita quando alguém o interrompe quando está tentando fazer algo online ou no seu telefone?
5 – Você prefere passar tempo com pessoas na internet a encontrá-las pessoalmente?
6 – Quando está offline, você pensa muito sobre quando conseguirá se conectar novamente?
7 – Você discute ou se sente criticado por amigos, parceiros e parentes sobre a quantidade de tempo que passa online?
8 – Você se empolga com a expectativa de ficar online e também pensa antecipadamente sobre o que fará quando estiver conectado?
9 – Você prefere atividades na tela a sair e fazer algo diferente disso?
10 – Você esconde ou fica na defensiva sobre suas atividades online?
Essa história chegou a seu extremo quando, no dia das mães, a família pediu que o jovem parasse de jogar para participar do almoço. Quando ele se recusou, os pais desligaram o modem, que dava acesso à internet, e ele ficou muito agressivo. Quebrou objetos e deixou seus pais muito assustados, porque perdeu o controle. Foi preciso chamar a polícia para contê-lo. Foi quando percebi que a vontade de ficar no computador poderia ser parecida com um vício: quando a pessoa para, fica muito ansiosa, nervosa, desesperada para continuar.
UOL Tecnologia – Foi então que surgiu o serviço para cuidar de dependentes de tecnologia?
Graham – A partir daí, comecei a ouvir muitos casos parecidos. Dois anos atrás começamos a desenvolver o serviço no hospital Capio Nightingale, onde esse jovem, por exemplo, poderia ter sido levado para ficar seguro nos primeiros dias sem computador. Seria uma melhor oportunidade de ajudar a ele, a seus pais, e a gerenciar a situação de uma forma melhor.
UOL Tecnologia – Quantas pessoas já foram tratadas até agora no hospital?
Graham – Não muitas, possivelmente de 30 a 40. Poucas ficaram internadas.
UOL Tecnologia – E como é esse tratamento para viciados em internet?
Graham – Ainda não tivemos muitas pessoas internadas [na maioria dos casos, os pacientes fazem sessões de terapia específicas para o problema]. Basicamente, o tratamento tem o que chamamos de higiene da tecnologia, para saber qual a jornada do paciente pela tecnologia, quando e como ele começou a usar. Descobrimos muitas vezes, por exemplo, que eles começaram a jogar muito mais quando seus pais se divorciaram, quando tiveram de se mudar ou quando sofreram bullying.
Também fazemos pensá-los sobre o que perdem por causa da tecnologia. Se seu amigo sempre bate em sua porta lhe convidando para algo e você diz não, porque está no computador, um dia ele vai parar de chamar. Você pode perder provas na escola. Fazemos o paciente ver que perde muito. Teve um paciente internado que, só ao voltar para a casa do avô, durante o tratamento, entendeu que sua avó havia morrido seis meses antes. Ele já sabia disso, mas estava tão absorvido em seu mundo que não percebeu. Outras pessoas não percebem, por exemplo, a decoração de um ambiente porque perdem a visão daquilo que acontece a sua volta.
Para entenderem o quanto perdem, muitas vezes somamos as horas passadas no computador. Com os jogadores de “World of Warcraft” é fácil fazer isso. Se ele jogou muito por três anos, pode descobrir que passou 300 dias como um personagem e outros 150 dias com outros. Ou seja: metade de sua vida recente foi passada no game. Já os usuários que passam seis, oito ou dez horas por dia no computador podem descobrir que passaram muitos dias online durante o ano.
UOL Tecnologia – E qual seria o uso adequado da tecnologia?
Graham - Hoje, por causa dos smartphones, é difícil conseguir gerenciar o uso saudável da tecnologia. Acho que nenhum de nós sabe quais as diretrizes ideais para isso, mas pensamos que mais de três horas de tela por dia pode fazer com que você queira mais e mais disso.
UOL Tecnologia – Esse limite de até três horas seria aconselhável para todos os usuários ou para quem já tem problemas com a tecnologia?
Graham – Para quem já tem problemas, mas essa é uma boa questão. Grande parte do que chamamos de vício está ligada à parte social. As pessoas não se viciam em Microsoft Office, por exemplo. E aqueles que jogavam em consoles, no passado, não ficavam conectados por 14 horas, como acontece hoje com os jogadores de “World of Warcraft”.
Nesses ambientes sociais você está envolvido com outras pessoas. A pressão para ficar naquele universo não é só sua, mas também do grupo. Alguns gamers conseguem parar de jogar por algum tempo, mas então seus amigos pedem que eles voltem. Ou o mestre do jogo dirá que espera ele lá, jogando todos os dias.
Hospital Capio Nightingale cuida de viciados em internet; preço varia de acordo com tratamento
Cada vez mais os diferentes aspectos da tecnologia estão se aproximando. O que parece um jogo é também uma rede social, pois permite conversar com pessoas de todo o mundo. Seus amigos estão nesse jogo, aqueles que o apoiam estão nesse jogo, suas vitórias estão nesse jogo. Da mesma forma, há games disponíveis no Facebook. Por isso o serviço do Capio Nightingale se chama centro de recuperação de pessoas viciadas em tecnologia, e não só de viciados em games.
UOL Tecnologia – Para quem fica internado no hospital, como é o tratamento?
Graham – Eles ficam em um quarto com banheiro, sem acesso ao computador, com muito conteúdo para ler e participam de diferentes atividades durante o dia. Conversamos com eles sobre tecnologia, sobre suas relações com as pessoas e eles são encorajados a fazer ginástica, a sair para passear na companhia de enfermeiros.
Eles são muito ansiosos. No começo, têm medo de sair até para ir a um mercado em frente ao hospital, para comprar um chocolate ou um jornal. Mas depois de três ou quatro dias já é possível ver mudanças no humor deles, que ficam mais sociais, mais ativos, comem melhor, falam melhor e ficam mais confiantes. O tratamento leva em média 28 dias.
UOL Tecnologia – O serviço é voltado para jovens. Por quê?
Graham - Cerca de 75% dos problemas psicológicos têm início antes de a pessoa se tornar adulta. É mais fácil ajudar uma pessoa nesse estágio inicial a não desenvolver um grande problema do que ajudá-la quando o problema já está grande. A ideia de realizar uma intervenção cedo é prevenir que o problema cresça, ajudando o paciente a voltar para um caminho saudável.
Além disso, não havia nenhum tratamento específico para jovens viciados em tecnologia em nenhum outro lugar [na Inglaterra]. Então, com 17 ou 18 anos, eles poderiam conseguir ajuda, mas aí estariam junto a adultos, que enfrentam problemas muitas vezes misturados ao uso de substâncias químicas. Esse não é o ambiente mais esperançoso para um jovem buscar ajuda.
UOL Tecnologia – O site do hospital diz que o preço do tratamento depende do programa que é recomendado ao paciente. Pode dizer quanto custa?
Graham – Não, mas é caro. Muitos milhares de libras por semana.
UOL Tecnologia – Seria um valor equivalente a uma internação para dependentes químicos.
Graham – É um valor similar, acredito.
UOL Tecnologia – Quando alguém tem alta do tratamento, o que não pode voltar a fazer?
Graham - Não pode gastar tanto tempo no computador quanto fazia antes, tem de controlar o acesso. Não podem voltar a usar a internet ou a jogar como faziam, porque senão voltam rápido para a mesma situação.
Uma das dificuldades relacionadas à recuperação em muitos tipos de vícios é a reconstrução da vida, porque o paciente pode não ter mais amigos fora do computador, por exemplo. Ele pode não ter mais nada para fazer durante o dia, então terá de fazer um curso, procurar emprego, sair de casa.
Quando o tratamento funciona bem, os pacientes se entediam com aquilo que faziam antes. Há menos pressão para voltar aos velhos hábitos porque eles podem não achá-los tão interessantes.
UOL Tecnologia – Quais os casos mais extremos de pessoas viciadas em tecnologia?
Graham – Teve um jovem que, quando foi proibido de usar o computador, ameaçou bater em sua mãe com um taco de baseball. Ele não bateu na mãe, mas atingiu objetos. Alguns ameaçam suicídio, fogem da casa e vão para o meio dos carros, na rua. Isso é assustador, estamos falando de comportamentos extremos.
UOL Tecnologia – A pior consequência do vício em drogas é a overdose. Pessoas viciadas em jogo podem perder muito dinheiro. E quais podem ser as piores consequências do vício em tecnologia?
Graham – A morte.
UOL Tecnologia – Alguém pode morrer de tanto usar internet?
Graham – Sim. Tem o caso de um jovem de 20 anos na Inglaterra, no ultimo verão [entre junho e agosto], que morreu vítima de um coágulo que apareceu em sua perna. Isso depois de ele jogar no computador por muito tempo. Já tinha casos parecidos na Coreia do Sul, mas esse foi o primeiro que tive conhecimento na Inglaterra. Os riscos são muito claros.
Se a pessoa joga muito ela provavelmente não se exercita, come mal, fica mais fraca, menos saudável, tem depressão ou fica ansiosa. Também há casos de pacientes que entram em um estado paranoico.
Existe um pensamento de que alguém pode jogar muito por estar deprimido. Nesse caso, tratando a depressão, a pessoa poderia se sentir melhor e parar de jogar. Isso pode funcionar, mas não é tão poderoso quanto parar de usar o computador. O excesso de tecnologia esgota o cérebro da mesma forma como acontece com a depressão e como acontece com o uso de anfetaminas, por exemplo, que dão muita empolgação para depois deprimir.
UOL Tecnologia – Quando pensamos em viciados em internet, a imagem é de uma pessoa usando um desktop. Mas temos cada vez mais smartphones e outros portáteis com acesso à web. Como eles mudam esse vício?
Graham – Nesses casos, é preciso pensar o que você faria se não tivesse seu telefone celular por perto. Quão mal você se sentiria sem ele? Você o coloca como uma prioridade? A máquina sempre vem antes?
Às vezes a tecnologia funciona como um ursinho de pelúcia: você se sente confortado de tê-la por perto. Ela é amigável, você gosta dela e a leva para todos os lugares com você. Se você tirar o ursinho de pelúcia de uma criança, ela vai chorar.
Tem também as situações quando isso tudo fica mais compulsivo, quando você checa o tempo todo as mensagens e quer ficar online mais e mais e mais. Há pessoas que não conseguem desligar seus smartphones, não conseguem viver sem eles, não iriam para qualquer parte do mundo sem sinal de internet. Há diferentes tipos de dependência no uso.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
orkut - Meus scraps
“Quando as obras do mundo e seus bens de consumo te satisfazerem e te atraírem mais que o Reino de Deus, saiba disto: Você já não está mais em Cristo!” Paulo Campos
Com este pensamento em que tudo é mais fácil e rápido, até a palavra pregada tem sido atingida. Logo, a mensagem da cruz já não tem sido anunciada com intrepidez e ousadia como nos tempos da Igreja Primitiva, e hoje conhecemos um novo estilo de vida, um novo formato da igreja moderna, vivemos a era do Evangelho Fast-Food.
Em II Timóteo 4:3, diz: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências”. Nisto, pode-se concluir que o evangelho está sendo modificado, e muitos já não querem ouvir o que o Espírito diz à Igreja, e preferem escutar aquilo que confortem as suas vontades e o que mais alegra ao seu ego – como um Evangelho moderno do apelo ao “Eu”. Eu sou, eu posso, eu consigo!
No livro – A Voz Profética – de Ricardo Robortella, ele diz exatamente isso: “Há um evangelho moderno e anti-bíblico sendo pregado, que apela para o nosso MEU. Nele, formamos nosso deus a nossa imagem e semelhança. Um deus que existe para te satisfazer, te enriquecer e te abonar de teus pecados. Um evangelho diluído, no qual adaptamos as carências humanas ao que chamamos – vontade de Deus. Assim sendo, anulamos a obra da Cruz”.
Assim, no Evangelho Fast-Food, você escolhe o seu “prato que lhe convém”, o tipo de “alimento” que lhe satisfaz e tudo em instantes, porque você jamais pode estar insatisfeito. Logo, sua imagem passa de servo para cliente e tudo é voltado para a satisfação da sua vontade, até porque é necessário que você volte ainda mais vezes à Igreja Fast-Food.
orkut - Meus scraps
“Quando as obras do mundo e seus bens de consumo te satisfazerem e te atraírem mais que o Reino de Deus, saiba disto: Você já não está mais em Cristo!” Paulo Campos
Com este pensamento em que tudo é mais fácil e rápido, até a palavra pregada tem sido atingida. Logo, a mensagem da cruz já não tem sido anunciada com intrepidez e ousadia como nos tempos da Igreja Primitiva, e hoje conhecemos um novo estilo de vida, um novo formato da igreja moderna, vivemos a era do Evangelho Fast-Food.
Em II Timóteo 4:3, diz: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências”. Nisto, pode-se concluir que o evangelho está sendo modificado, e muitos já não querem ouvir o que o Espírito diz à Igreja, e preferem escutar aquilo que confortem as suas vontades e o que mais alegra ao seu ego – como um Evangelho moderno do apelo ao “Eu”. Eu sou, eu posso, eu consigo!
No livro – A Voz Profética – de Ricardo Robortella, ele diz exatamente isso: “Há um evangelho moderno e anti-bíblico sendo pregado, que apela para o nosso MEU. Nele, formamos nosso deus a nossa imagem e semelhança. Um deus que existe para te satisfazer, te enriquecer e te abonar de teus pecados. Um evangelho diluído, no qual adaptamos as carências humanas ao que chamamos – vontade de Deus. Assim sendo, anulamos a obra da Cruz”.
Assim, no Evangelho Fast-Food, você escolhe o seu “prato que lhe convém”, o tipo de “alimento” que lhe satisfaz e tudo em instantes, porque você jamais pode estar insatisfeito. Logo, sua imagem passa de servo para cliente e tudo é voltado para a satisfação da sua vontade, até porque é necessário que você volte ainda mais vezes à Igreja Fast-Food.
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O Evangelho fast-food – Parte 1
10/08/2011 às 14:14 | Publicado em Paulo Campos | Deixar um comentárioTags: Deus, fast-food, mensag
Vivemos em uma sociedade moderna, onde tudo é prático, ágil e fácil. A tecnologia nos surpreende a cada dia, e não diferente da igreja moderna, o evangelho tem sido pregado com praticidade e muita inovação, e é isso que estaremos compartilhando com você neste post!
O mundo passa em segundos por mudanças imperceptíveis. O acesso à informação nunca foi tão eficiente após a criação da internet, e não só as notícias foram difundidas, mas em poucos segundos através de um clique, você é capaz de ter contato com pessoas de outros continentes, acessar sua conta do banco, realizar downloads de arquivos variados e até assistir ao culto da semana passada, com direito a voltar e acelerar a palavra do pastor no site da sua igreja!
Toda a praticidade e modernidade são vantajosas para o homem, porém o que poderia estar sendo utilizado como uma forma de auxílio, hoje é perceptível que a Igreja moderna está se voltando muito mais para o mundo com suas tecnologias e bens de consumo e deixando de lado a essência no qual fora chamada, ou seja, preparar o caminho do Noivo – Jesus Cristo.
“Quand
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Hotmail - papaula.papiula@hotmail.com - Windows Live
A religião possui um papel importantíssimo no modo como as pessoas lidam com as dificuldades econômicas do país, buscando soluções para sua vida. Foi o que mostrou uma pesquisa publicada nesta semana nos Estados Unidos pela Baylor University, de tradição Batista, em uma reunião da Associação de Jornalistas de Religião.
Os norte-americanos acreditam que Deus tem planos para sua vida e são contra os subsídios de desemprego para pessoas sem necessidades especiais.
O diretor da pesquisa e professor de Sociologia da Baylor, F. Carson Mencken, diz que “nos últimos três anos, os norte-americanos sofreram com uma enorme crise financeira e imobiliária, recessão e desemprego. A missão dessa análise é avaliar o que eles sentem sobre sua vida nestes tempos tumultuados. Será que ainda acreditam no sonho americano? Será que sentem que têm controle sobre sua vida?”.
Dos 1.714 entrevistados pela universidade, 40,9% disseram concordar totalmente que Deus tem planos para sua vida, no entanto, 32,2% só disseram “concordo”; 12,3% discordaram e 14,6% afirmaram discordar totalmente.
A diferença entre os que acreditam totalmente num plano divino e aqueles que igualmente discordam, em se tratando das regras para o seguro –desemprego é de 52,6% contra 21,1% dos entrevistados.
A pesquisa também relatou que pessoas incrédulas quanto à provisão de Deus, têm renda superior. Dados ainda mostram o nível de educação e crença religiosa nas pesquisas feitas pela Universidade: enquanto 42,6% dos descrentes tinham diploma universitário, só 32,8% dos crentes tem o nível superior.
A pesquisa de Baylor foi realizada num debate entre os evangélicos norte-americanos, onde foram levantadas discussões sobre o chamado “sacrifício compartilhado” retirado do livro de Mateus 25:45. Enquanto outros defendem o “evangelho da prosperidade”, acreditando que Deus dará a vitória financeira para todos que nele creem.
Fonte: AG Pavanews
terça-feira, 20 de setembro de 2011
BOL Mail - Quarentena - Cristãos evangelizam secretamente
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Como se comporta um lider
Como se comporta um lider.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
ESCOLHA
Estava tudo em silêncio quando o Criador retirou de si mesmo algo que ainda não fora visto. "Chama-se 'ESCOLHA'. A semente da escolha ".
A criação ficou em silêncio e fitou a forma sem vida.
Um anjo falou:- Mas e se ele...
-Se ele escolher não amar? _ Completou o CRIADOR. _ Venha vou lhe mostrar.
Livres do hoje , DEUS e o anjo adentraram o reino do amanhã...
O anjo perdeu o fôlego diante do que viu . Amor espontâneo.
devoção voluntária . Nunca vira algo assim... O anjo permaneceu sem fala ,enquanto atravessavam séculos de repugnância. Jamais vira tanta sujeira . Corações maus . Promessas rompidas . Lealdades esquecidas...
O CRIADOR avançou no tempo, cada vez mais adiante no futuro, até chegar junto a uma árvore que seria transformada em um berço. Ele até pôde sentir o cheiro do feno que o cercava...
- Não seria mais fácil não plantar a semente ? Não seria mais fácil não conceder a escolha?
-Seria -- respondeu de vagar o Criador. - Mas remover a escolha é remover o amor.
...Eles entraram novamente no jardim. O Criador olhou seriamente para a criação de barro.
Uma inundação de amor cresceu dentro dele . Ele morrera pela criação antes de havê-la feito. O vulto de Deus curvou-se sobre a face esculpida e soprou. O pó moveu-se nos lábios do novo ser. O peito levantou e quebrou a lama vermelha . As bochechas encarnaram. Um dedo mexeu-se. E um olho se abriu.
Porém mais inacreditável que o movimento da carne foi o agitar-se do espírito. Os que puderam ver o nunca visto arfaram . Talvez tenha sido o vento o primeiro a dizer: Talvez o que as estrelas viram naquele momento seja o que as tem feito cintilar desde então. Talvez tenha ficado para um para um anjo o cochichar: -Parece com...parece demais com...é ELE!
O anjo não falava da face, das feições ou do corpo.Ele olhava dentro - para o espírito.
-É eterno! -ofegou um outro.
Dentro do homem, Deus havia posto uma semente divina . a semente de si mesmo. o Deus de poder havia criado o mais poderoso da terra. O Criador fizera não uma criatura ,mas outro criador.e aquele que escolhera amar, criara um que podia amar em troca.
Agora a escolha é nossa.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Impossibilidades
Finalmente,catorze anos mais tarde,quando Abraão já tem quase cem anos e Sara noventa...quando Abraão deixou de ouvir os conselhos de Sarai,e quando ela já não mais lhe dá qualquer orientação...quando o papel de parede do quarto do bebê já esta desbotado e os móveis infantis estão fora de moda ...quando o assunto do filho prometido traz suspiros e lagrimas e um demorado olhar em direção a um céu silencioso...Deus lhe faz uma visita e pede que escolham um nome para seu filho.
Abraão e Sara têm a mesma reação: o riso. Alegram-se,por que isso é bom demais para ser verdade; e porque poderia acontecer. Riem porque desistiram de ter esperança, e a esperança renascida é sempre engraçada antes de ser real.
Riem, porque isso é o que fazemos quando alguém diz que pode realizar o impossível. Riem um pouco de DEUS,e muito com DEUS_porque Deus ri também. Então,com o sorriso ainda no seu rosto, o Senhor se ocupa em realizar o que faz de melhor _ o inacreditável...
Deus muda sua fé. Muda o valor na sua dedução de impostos. Muda a maneira como definem a palavra "impossível". E, acima de tudo,muda a atitude de Sara em relação à sua confiança em DEUS.
(retirado da guia de estudo da biblia de max lucado)