“Quando as obras do mundo e seus bens de consumo te satisfazerem e te atraírem mais que o Reino de Deus, saiba disto: Você já não está mais em Cristo!” Paulo Campos
Com este pensamento em que tudo é mais fácil e rápido, até a palavra pregada tem sido atingida. Logo, a mensagem da cruz já não tem sido anunciada com intrepidez e ousadia como nos tempos da Igreja Primitiva, e hoje conhecemos um novo estilo de vida, um novo formato da igreja moderna, vivemos a era do Evangelho Fast-Food.
Em II Timóteo 4:3, diz: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências”. Nisto, pode-se concluir que o evangelho está sendo modificado, e muitos já não querem ouvir o que o Espírito diz à Igreja, e preferem escutar aquilo que confortem as suas vontades e o que mais alegra ao seu ego – como um Evangelho moderno do apelo ao “Eu”. Eu sou, eu posso, eu consigo!
No livro – A Voz Profética – de Ricardo Robortella, ele diz exatamente isso: “Há um evangelho moderno e anti-bíblico sendo pregado, que apela para o nosso MEU. Nele, formamos nosso deus a nossa imagem e semelhança. Um deus que existe para te satisfazer, te enriquecer e te abonar de teus pecados. Um evangelho diluído, no qual adaptamos as carências humanas ao que chamamos – vontade de Deus. Assim sendo, anulamos a obra da Cruz”.
Assim, no Evangelho Fast-Food, você escolhe o seu “prato que lhe convém”, o tipo de “alimento” que lhe satisfaz e tudo em instantes, porque você jamais pode estar insatisfeito. Logo, sua imagem passa de servo para cliente e tudo é voltado para a satisfação da sua vontade, até porque é necessário que você volte ainda mais vezes à Igreja Fast-Food.
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